Entenda as vantagens do app nativo sobre o híbrido

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  • 25 de julho de 2018

Imagem: Pixabay

Todo mundo sabe que as pessoas adoram seus smartphones. E a principal razão desta afeição são os aplicativos que rodam neles. Por esta razão, nós na DevMaker investimos na qualidade no desenvolvimento de aplicativos mobile. Entre um desenvolvimento nativo ou híbrido, escolhemos desenvolver apps apenas de forma nativa. Você vai entender o porquê. (Ah, e já explicamos o que significa “nativo” e “híbrido”).

Pois bem, para começar, vamos dar uma breve explicação sobre os dois tipos de apps.

Aplicativos nativos são programas desenvolvidos para uma plataforma específica (por exemplo, um aplicativo especialmente construído para rodar no iPhone, com o sistema operacional iOS; ou então um app desenvolvido para rodar num smartphone com sistema operacional Android; ou no Windows Phone). Ou seja, um aplicativo nativo é feito para rodar perfeitamente naquele sistema operacional específico, extraindo dele todo o potencial.

Já o aplicativo híbrido é desenvolvido de forma mista, um pouquinho na linguagem de um sistema operacional, um pouquinho na linguagem de outro. Em geral, por baixo da sua casca de aplicativo, o app híbrido puxa o conteúdo da web (por exemplo, do website da empresa proprietária do aplicativo).

O desenvolvimento de um app híbrido pode ser mais econômico. Mas a qualidade do nativo ainda é superior.

Há defensores ardorosos de um e outro, com bons argumentos de lado a lado. Porém, do lado nativo, há um argumento imbatível para a sua escolha. O melhor argumento que pode haver em qualquer mercado.

Que argumento é este?

É a experiência do usuário.

É fato: as pessoas adoram os smartphones, como já dissemos. Desenvolvem uma relação pessoal com eles. (Você conhece alguém que perdeu o celular e deu de ombros: “Não tem problema, amanhã eu compro outro”?). Essa afeição não nasce do aparelho em si, mas sim do que há dentro dele. Em outras palavras — não custa repetir — por causa dos aplicativos.

Ou seja, o aplicativo tem de dar ao usuário uma ótima experiência de uso. Como há muitos deles no mercado, uma má experiência faz o consumidor abandonar rapidamente o app que não funciona bem. Por exemplo, apenas 16% dos usuários, segundo pesquisa, tentam instalar mais de uma vez o app que deu “bug” na instalação.

A experiência de uso do app nativo é incontestavelmente superior. O aplicativo híbrido tem um desenvolvimento mais rápido e barato. Mas lembre-se sempre do usuário que vai usar o aplicativo. Ele espera que o app não tenha bugs e seja rápido de usar (muitas vezes, o app híbrido, por ter de carregar conteúdo da web, ao contrário do app nativo, cujo pacote de dados já vem completo quando baixado, é de uso mais lento). Ou seja, a expectativa do usuário é que o app tenha uma performance maravilhosa.

E aqui jaz o problema do app híbrido. O estilo e a lógica interna do iPhone e do Android são muito diferentes entre si. Quando se constrói um app nativo para cada um deles, estas diferenças são levadas em conta. Por mais habilidoso que seja o desenvolvedor do aplicativo híbrido, ele, tentando criar uma ponte entre os dois estilos, não vai conseguir chegar perto da experiência de usuário do app nativo.

Um segundo argumento técnico: você desenvolveu um app híbrido que dependa do carregamento de dados da web. Isso quer dizer que o usuário não poderá usar o aplicativo quando offline (quando não tiver wi-fi por perto, ou o sinal 3G ou 4G estiver ruim ou inexistente). Para não falar de conflitos comuns que os apps híbridos têm com o hardware dos smartphones, como a câmera e o GPS. Isso tudo frustra o usuário.

É um mercado exigente, e tudo que esteja abaixo do bom vai, mais cedo ou mais tarde, parar na lixeira do celular. A reação de 92% dos clientes que tem uma experiência negativa com o aplicativo é em geral uma destas duas opções: 1) nunca mais usá-lo; 2) baixar o aplicativo do concorrente.

É o velho adágio: o barato sai caro.

Vamos falar de custo.

Talvez, apesar da qualidade ser um argumento forte, o aspecto econômico ainda pese a favor do híbrido. Lembre-se sempre que você não precisa construir as duas versões do aplicativo (iOS e Android) ao mesmo tempo. Por exemplo, o Instagram fez originalmente o seu app para iPhone. E levou dois anos para desenvolver uma versão para Android. Sim, dois anos.

Para encerrar, um argumento final a favor do desenvolvimento nativo: a segurança. Os apps nativos são mais seguros, pois seu desenvovimento é mais robusto.

Conclusão
Tudo isso nos levou, na DevMaker, a adotar o desenvolvimento nativo.
Nossa filosofia é a de que o aplicativo deve dar ao usuário uma experiência superior de uso, em todos os seus aspectos. Não é nosso interesse fazer aplicativos híbridos (uma espécie de “Produto Mínimo Viável”), rapidamente lançáveis, mas que darão problemas mais adiante. É claro que a qualidade superior tem um custo. No entanto, por trás do custo talvez mais elevado, os benefícios do aplicativo nativo são claramente superiores.

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